A safra 2013/2014 começou no setor sucroalcooleiro alagoano e, com ela, algumas polêmicas que envolvem a colheita da cana-de-açúcar voltam à tona. Poucos dias após a Justiça paulista determinar que o trabalhador do setor deve ser remunerado por hora e não por produtividade, entidades trabalhistas revelam que cortadores de cana em Alagoas colhem cinco vezes a média considerada ideal para a própria saúde e segurança na busca por maior remuneração.
Segundo a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Alagoas (Fetag), a média ideal para o corte nas lavouras seria de quatro toneladas diárias, porém no período de safra os trabalhadores produzem aproximadamente 20 toneladas por dia.

